Responsabilidade Social através da Fundação Luiz Almeida Marins Filho
Atendendo sugestão do Conselho Superior da Fundação Luiz Almeida Marins Filho, a partir de 2005 toda a atividade de responsabilidade social da Anthropos tem sido feita através da Fundação Luiz Almeida Marins Filho.
A Fundação LAMF foi um presente que o Prof. Marins recebeu de seus amigos professores em seu aniversário de cinqüenta anos (1999). Controlada pela Curadoria das Fundações do Ministério Público, a Fundação (e não ONG) tem como objetivo principal realizar projetos de Ensinar a Aprender. A Fundação já tem mais de 25.000 crianças diretamente atendidas pelos seus projetos.

Para conhecer mais as atividades e projetos da Fundação Luiz Almeida Marins Filho, clique em www.fundacaolamf.org.br e veja os trabalhos dentro do foco "Ensinar a Aprender" que vêm sendo realizados.
Veja também:
Consultores e palestrantes falam para professores da rede pública sobre "Ensinar a Aprender" em setembro de 2007
 Carlos Alberto Júlio, Cesar Romão, César Souza, Daniel Godri, Dulce Magalhães, Eugenio Mussak, Içami Tiba, João Roberto Gretz, Leila Navarro, Max Gehringer, Reinaldo Polito, Waldez Ludwig e Luiz Marins estiveram palestrando a professores da rede pública de ensino de Sorocaba no dia 14 de setembro de 2007 no Teatro Municipal de Sorocaba.
Empresários debatem a formação profissional
Regina Helena Santos
Notícia publicada na edição de 13/09/2008 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 8 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Foto: FÁBIO ROGÉRIO
O encontro denominado Diálogo Aberto marcou os nove anos da Fundação Luiz Almeida Marins Filho
Como formar os profissionais que as empresas buscam na hora da contratação? A resposta a esta questão foi o enfoque principal do encontro denominado Diálogo Aberto, que reuniu professores das redes municipal e estadual de ensino e representantes de grandes grupos empresariais brasileiros. Temos, de um lado, uma fila de desempregados e, do outro, uma fila de empresas querendo gente boa. Mas o que é gente boa na opinião deles, que contratam? O interessante é que hoje se fala muito em valores. O conhecimento e a informação estão disponíveis e são básicos, tem que ter. A diferença está na capacidade de trabalhar em times, de ser emocionalmente equilibrado, comentou o professor Luiz Almeida Marins Filho, presidente da fundação de mesmo nome, cujo aniversário de nove anos de atuação foi comemorado com o evento.
O encontro, realizado durante todo o dia de ontem no Teatro Municipal Teotônio Vilela, reuniu mais de oitocentos professores, em dois grupos, e recebeu nomes de destaque nas áreas de capacitação, carreira e seleção profissional, além de empresários de sucesso, como Luiza Trajano, fundadora do Magazine Luiza, e Alexandre Tadeu da Costa, da Cacau Show. Tendo como enfoque a temática O que as grandes empresas esperam dos funcionários após a admissão, todos tiveram a oportunidade de contar suas experiências pessoais e destacar os pontos que consideram essenciais para o profissional do presente e do futuro. O diferencial do debate ficou por conta da importância dada à formação primária e secundária na composição do funcionário que as companhias querem contratar. Reinaldo Polito, escritor e presidente da Escola Reinaldo Polito de Expressão Verbal, foi um dos que destacou o papel do professor neste processo. Os alunos têm que ser preparados para se expor. É preciso dar oportunidade para que eles apresentem trabalhos e, a partir daí, incentivar seus pontos positivos. Hoje em dia, quem não sabe se apresentar em público está fora do mercado de trabalho, comentou, destacando que as empresas buscam, em sua maioria, profissionais que saibam negociar, o que significa saber ler e escrever bem. Para Max Gehringer, ex-presidente da Elma Chips e que hoje apresenta um quadro sobre carreiras no programa Fantástico, da Rede Globo, os mestres devem dar o exemplo. Reconhecemos os líderes como pessoas que nos ensinaram algo positivo. Aprendemos repetindo o que vemos, falou. Já Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Grupo Bradesco Seguros e Previdência e vice-presidente executivo do Bradesco, testemunhou sua experiência como contratador. Acabamos por escolher pessoas capazes de trabalhar em grupo, de compartilhar. Dentro de uma empresa, trabalhar sozinho não é mais possível. Ex-comandante geral do Exército Brasileiro, o general Francisco Albuquerque também participou da primeira parte do debate. Um bom profissional tem que saber argumentar, trabalhar com sua inteligência emocional, comentou. Para o escritor César Romão, o sucesso do professor na hora de ensinar depende da empatia com seus alunos. Os estudantes precisam ser fãs do professor, ver nele, e nas coisas que ele ensina, uma esperança de futuro. Muito mais vale o que se aprende do que o que se ensina, completou.
Participaram ainda do evento os empresários Antonio Roberto Beldi, presidente do Grupo Splice; Alencar Burti, presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e Associação Comercial de São Paulo; Wilson Bricio, presidente da ZF do Brasil; Guilhermo Alcorta, presidente e proprietário da Panrotas; Robert Wong, presidente da Robert Wong; José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Minarelli, empresa de outsourcing; Clóvis Tavares, presidente da Magic Campany; José Maria Gasalla, presidente do Grupo Desarrollo Organizacional (Espanha) e Leila Navarro.
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