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Brasil, a quarta maior democracia do mundo

brasilNem sempre nos damos conta que o Brasil é a quarta maior democracia do mundo, após Índia, EUA e Indonésia. Perdemos o terceiro lugar para a Indonésia, que em 3 de julho de 2004 realizou o primeiro turno da primeira eleição direta para presidente da República na sua história. A mais populosa democracia é a Índia, com 1,1 bilhão de habitantes e 668 milhões de eleitores. O país realiza eleições desde 1947, quando conquistou a independência da Inglaterra, que a dominava desde 1800.

 

 

A segunda mais populosa democracia é a dos Estados Unidos, com 298 milhões de habitantes (215,7 milhões em idade de votar), dos quais apenas 122.267.553 participaram das últimas eleições. O voto não é obrigatório no país e a abstenção chegou a 43%. Criada com a Constituição de 1787, a democracia americana é a mais antiga do mundo moderno. 

 

 

Somos, no Brasil, 127 milhões de eleitores, equivalente à população total do Japão. Se o leitor lembrar que a Argentina tem 39 milhões de habitantes, são mais de três Argentinas votando. E se o leitor lembrar que fazemos as eleições mais modernas do mundo, com os resultados disponíveis menos de seis horas depois de terminada a votação e ainda que 59,2% do território nacional é composto pela Amazônia Legal, onde um eleitor, muitas vezes, toma um barco e navega quase cinco hora para votar, essa realidade é mais do que espetacular. É inacreditável! 

 

 

Portanto, vença quem vencer as eleições, o grande vencedor será o Brasil. A grande vencedora será a democracia. Daí a importância de ir votar. Daí eu ser um grande defensor do voto obrigatório. A beleza da democracia – nunca é demais lembrar – é que o voto do rico, do empresário, do próprio político candidato, tem o mesmo peso e valor do voto de qualquer um de nós. 
 

 

Por isso que todo cidadão, ao votar, deve deixar de lado o ódio momentâneo, a raiva passageira, a vingança pessoal e pensar no Brasil, na ética, na verdade, na honestidade, na juventude que precisa de exemplos e modelos que tenham uma moral defensável. Enfim, é preciso, ao votar, pensar no futuro do País e não no curto prazo ou em nossas possíveis vantagens pessoais. O futuro do Brasil está, de fato, realmente, concretamente, nas mãos de cada pessoa que aperta o botão com o número de seu candidato na urna eletrônica que temos o orgulho de possuir. 

 

 

Como a quarta maior democracia do mundo, o Brasil aumenta sua responsabilidade perante o mundo livre. Ao votar, estamos dando aos que elegemos uma procuração para nos representar pelos próximos quatro anos. Depois do votarmos, não nos cabe chorar o voto errado. Temos sim é que cobrar dos eleitos a coerência, a honestidade, a ética, o cumprimento das promessas, dos projetos. E a pena aos que não cumprirem bem o nosso mandato, será a perda desse mandato que foi dado por nós. Nas próximas eleições, saberemos excluir os maus e poupar os bons, aqueles que fazem da política a arte do bem comum. 

 

 

Vote bem. Respeite você, respeitando o seu voto. Lembre que o poder do seu voto é muito maior do que você pode imaginar e as consequência igualmente enormes.

 

 

Pense nisso. Sucesso!

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