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  • O peixe morre pela boca – antes de falar, ligue o cérebro!

    O PEIXE MORRE PELA BOCA

     

    Luiz Marins

     

    Diz um antigo ditado que “o peixe morre pela boca”. E há ainda outro ditado popular que diz “Em boca fechada não entra mosca”.

    Quantas pessoas você conhece que perderam muito—credibilidade, respeito, amizades, promoções, empregos e até dinheiro—por terem falado demais, falado o que não deviam!

    Quando falamos demais,  sempre corremos o risco de falar com a emoção e não com a razão. Sempre corremos o risco de querer impressionar ou “aparecer” e aí cometemos erros fatais, com duras consequências para nossa vida futura e, muitas vezes, com consequências danosas para outras pessoas também.

    Em meus muitos anos de consultoria já vi casos e mais casos de pessoas que se prejudicaram muito por terem falado demais, por terem perdido a oportunidade de terem ficadas quietas.

    Lembro-me de um diretor de uma multinacional que numa conversa de bar com seus amigos, após ter tomado algumas caipirinhas começou a fazer piadinhas e contar aspectos da vida íntima do presidente internacional da empresa. Esse diretor tinha um ótimo desempenho profissional, mas foi demitido na segunda-feira ao chegar na empresa.

    Não me esqueço também de outro caso em que uma gerente fez comentários sobre o que ela chamou de “cafonices” da esposa do seu diretor e teve que pedir demissão por causa da repercussão negativa de seu desastrado comentário.

    Também já vi pessoas elogiando publicamente uma pessoa de forma exagerada, sem saber que a pessoa elogiada era, na verdade, alguém com passado duvidoso e até com condenações na justiça.

    O cuidado com o que falar e como falar é fundamental em qualquer circunstância. Já vi amizades de longa data serem perdidas por uma palavra dita em hora errada e de forma errada. Já vi parentes próximos deixaram de conviver e até de se falar por causa de comentários que poderiam ter sido evitados. Já vi casamentos desfeitos por uma “brincadeira” de mau gosto feita em público junto a outros casais amigos. Já vi políticos perderem eleições praticamente ganhas por causa de um “fogo amigo”, isto é, um comentário infeliz feito por alguém que se dizia aliado e apoiador.

    Assim, lembre-se sempre de cuidar muito bem de sua boca, de suas palavras, de seus comentários e tente controlar suas emoções e desejo de aparecer e nunca deixe uma raiva, um ódio, ou qualquer outro sentimento tomar o comando de sua boca.

    Antes de falar, ligue o cérebro!

    Pense nisso. Sucesso!

     

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